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segunda-feira, 24 de junho de 2013

1º Ato do #MovimentoPauDeArara



O 1º ato do MOVIMENTO PAU DE ARARA foi só o primeiro passo da juventude Mossoroense. O projeto de mobilidade urbana de Mossoró, esta aprovado, mas não vigora. As medidas tomadas pela administração da cidade de Mossoró, não contemplaram rodas as instituições de ensino, cabe lembrar as autoridades que os alunos da Faculdade Mater Christi, da UnP e da Fecene também fazem uso do transporte público, assim, essas linhas circulares não devem contemplar somente as instituições públicas de ensino. O direito é de todos, garantido da Constituição, e nós estamos na luta. Mas preciso de MAIS, parem de ler essas matérias nos jornais, de ver as fotos no facebook e de dizer que sempre esperou por esse momento, VÁ PARTICIPAR DESSE MOMENTO... Se você não precisa do que está sendo pleiteado, vá pelo seu irmão, vá pela sua nação... Que o nome desses protestos não os conceitue literalmente... Que não seja pela MOBILIDADE URBANA, PELA PAZ, PELA PEC 37... Que seja por todas as causas, que mude o descalabro brasileiro! 

Chorão se foi, mas deixou uma música que descreve bem esse momento: 
“O QUE EU CONSIGO VER É SÓ UM TERÇO DO PROBLEMA, É O SISTEMA QUE TEM QUE MUDAR. NÃO SE PODE PARAR DE LUTAR, SENÃO NÃO MUDA... A JUVENTUDE TEM QUE ESTAR A FIM, TEM QUE SE UNIR (...) EU VEJO NA TV O QUE ELES FALAM SOBRE O JOVEM NÃO É SÉRIO, O JOVEM NO BRASIL NUNCA É LEVADO A SÉRIO”.

Não é Sério – Charlie Brown Jr. (ouçam)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Que nenhum direito seja sufocado pelo ‘peso’ de um título.


Senhores,
          É com grande insatisfação e comoção que recebemos a notícia do pedido de demissão da professora Antônia Gondim. Assim, diante dos fatos aos quais tomamos conhecimento, decidimos por meio desta manifestar toda a nossa indignação para com a inércia da instituição. E ao mesmo tempo, solidarizamo-nos com os demais funcionários que também foram vítimas do Sr. PÓS-DOUTOR.
          O que esperar de uma instituição que tem como missão: “educar, produzir e disseminar o conhecimento, fundamentada no princípio da formação do HOMEM PENSANTE, comprometendo-se com o avanço e as transformações da realidade local, regional, nacional e global.” No mínimo esperamos respeito, se não com os discentes e docentes (não pós-doutores) e funcionários em geral, mas que respeite ao menos o que toma para si como missão em seu website (http://faculdade.materchristi.edu.br). É, por ora, uma questão de coerência.
          Principalmente quando nos vemos diante de uma situação de tamanha gravidade e repercussão. Afinal, não é todo dia que temos notícias da pratica descabida de “buylling”, por um PÓS-DOUTOR dentro do ambiente acadêmico. Foi dentro deste dito ambiente acadêmico em que o pós-doutor praticou “buylling”, que nos, meros acadêmicos, aprendemos as faculdades da ciência jurídica. E é para honra-la que estamos aqui, fazendo uso do nosso senso de justiça, construído ao longo desse tempo, com a ajuda dos verdadeiros discentes, que fazem algo além de dizer o que são, e de exaltar os títulos que possuem. Em síntese, aprendemos com os humildes e cheios de conhecimentos, e não com os que se consideram um fim em si mesmo.
          Reconhece-se um professor de verdade, não só quando ele ministra com maestria as matérias que lhes são imputadas, mas quando ele conhece o aluno e a si mesmo, e sabe da necessidade em se aperfeiçoar para encaixar-se ao ambiente em que está. A professora Antônia era isso, sinônimo de adequação, humildade, conhecimento e carisma. Sempre procurando a melhor forma de nos transmitir o seu conhecimento, e principalmente, uma forma de nos permitir a troca na relação professor/aluno. Entendamos, o magistério é isso!
Não há como separar o ser humano profissional do ser humano pessoal, portanto, neste momento, essa é a nossa maior dificuldade, desprender-se de vínculos selados com alguém tão especial, que nos transmite conhecimento de uma forma tão humana, tão própria, de ‘um jeito tão Antônia’.
A indignação parte daí, como aceitar que alguém desse nível seja, simplesmente, perdida por inércia da instituição? E o respeito para com a nossa turma? Nos, alunos do quinto período do curso de Direito da FCTM, entendemos e acatamos o pedido de demissão da professora, fez-se oportuno. O que não cabe, é ficarmos com o ônus de um TÍTULO que não nos pertence.
          Doravante, aqui estamos... Tristes, indignados, revoltados, sem voz... E, sobretudo, SEM PROFESSOR. São em momentos assim, que pensamos se fizemos a escolha certa, se estamos no local adequado para desenvolver o sonho de toda uma vida, o sonho da formação profissional e pessoal. Vejamos, o nosso desejo, é que os ideais da faculdade de “Ciências e Tecnologia” sejam repensados, que os discentes, docentes e demais funcionários possam expressar-se e ajudar a formar o HOMEM PENSANTE, que possam contribuir com o avanço das TRANSFORMAÇÕES DA REALIDADE local, regional, nacional e global.
          Ainda queremos ser o que sonhamos quando criança. Sim, a gente vai fazer valer aquele “o que você quer ser quando crescer?”. Queremos ser mais, mais do que alunos que pagam uma mensalidade para ao final do curso receber um diploma. Queremos ser produto da transformação deste meio. Lograr êxito é consequência, o que não pode, é desistir dos sonhos que se tem. Como diria o mestre Raul: "Eu tenho uma porção de coisas grandes pra conquistar e eu não posso ficar aí parado". Fica aqui o pedido de respostas positivas à Faculdade Mater Christi, para tal situação, e o nosso muito obrigado à professora Antônia Gondim Freire. 

Valores!


Vem o Ministro do STF no Rio Grande do Norte e o pessoal nem comenta, mas quando é Fernandinho Beira-Mar que tá chegando, tem cobertura por todos os meios de comunicação. Vai entender esse país... onde bandido é celebridade e o presidente do supremo é coadjuvantemente. 

Tudo é uma questão de valor. Cada um tem os seus.

MarcoFelicianoNãoMeRepresenta

Eu estou realmente incomodada com esse papo de Marco Feliciano e Jean Wyllys, já está me doendo nos nervos. Quero deixar bem claro que eu não sou homossexual, nem evangélica, católica, testemunha de Jeová, budista... Seja lá o que for. E quero deixar mais claro ainda que, não “peguei” essa causa pra minha vida. Mas assim como todo mundo que tem um twitter, facebook e OPINIÃO PRÓPRIA eu resolvi fazer uma “piada” (talvez de mau gosto para alguns) e acabei sento questionada. Doravante, vou deixar registrado o que penso. Ontem ao entrar no twitter, vi as mais sabias palavras já ditas em uma rede social, uma eximia professora ousou dizer: “Jesus, pregando ‘tratar o outro como se fosse nós mesmo’ resume sua contribuição incomensurável para o ideal até hoje revolucionário de igualdade.” E ainda “Há 2013 anos, a luta pela igualdade ganhou seu maior defensor. Glória a Nosso Senhor Jesus Cristo!”. É desse princípio que eu parto, é nesse ideal de igualdade que eu me firmo, tudo bem que quem conhece a bíblia sabe que a escolha de sexo já foi imposta por Deus, mas me permitam a analogia, sabe quando acontece a continência lá no Processo Civil, onde o pedido de uma ação engloba o dá outra? Pois é, penso que o mesmo acontece com esses institutos sagrados... Ah, eu também sei dá parte que desde os primórdios da humanidade a sociedade é regida por normas, imposta por humanos, normas de ORGANIZAÇÃO SOCIAL, que devem ser questionadas separadamente, afinal, são de cunho jurídico. Mas o questionamento aqui é outro, é o humano usando artifícios supremos para impor dogmas, isso não condiz. O Marco Feliciano tem toda a sua liberdade de opinião respeitada, afinal, vivemos em um país democrata (pelo menos é isso que dizem), o que não se coaduna é o que acontece no congresso e o pessoal que o segue saírem por aí afirmando VERDADES ABSOLUTAS, valendo-se da palavra de Deus. Agora vêm esses deputados e querem reprimir a escolha de sexo e dá religião dos outros, quando o maior defensor da luta pela igualdade foi o nosso Sr. Jesus Cristo? Tem algo errado. Errado é um mero humano achar que sua verdade tem que se perpetuar entre os seus seguidores. Errado é ver gente sem coragem de formar sua opinião. Errado é não falar o que pensa por medo de ser julgado. Jesus morreu na cruz para nos dar a vida, então, pq a partir do ‘tratar os outros como a si mesmo’ eu não posso defender uma causa que não é minha? Estou aqui lutando pelo direito de igualdade dos meus irmãos em cristo, por mais insignificante que seja a disseminação dessa mensagem em meu facebook, a minha contribuição foi dada. Junto com esse desabafo forçado, ficam os meus parabéns aos seguidores do Marco Feliciano e do Jean Wyllys, que apesar de os seguirem, ainda saberem discernir entre realidade e opiniões extremistas. Sou mulher e acima de tudo, sou humana! #MarcoFelicianoNãoMeRepresenta

sábado, 13 de abril de 2013

M-Ã-E

Sei que a fase pela qual estamos passando, não é das melhores, mas como ficar calada nesse dia, diante da explosão de sentimentos que tenho dentro de mim? Eu até tentei reprimi-lo, de tal maneira que passei o dia me recusando a postar algo aqui, mas, agora, exatamente ás 23:33 da noite, eu decidi colocar pra fora todo esse amor que eu tenho dentro do meu peito, e que apesar de sofrer com nossas diferenças, ele consegue sobreviver. E quero te dizer que SIM, eu senti sua falta hoje, como em todos os outros dias, nos quais não posso dormir contigo, nem sentir seu cheiro, nem comer da tua comida. E mais do que uma mensagem de feliz dia das mães, eu deixo aqui o meu pedido de perdão, por todas as vezes que te fiz chorar, e sem querer acabei pensando mais em mim. Enfim, quero que venham as férias, e com elas os mimos que recebo. Perdão, mamãe... Perdão, por te amar demais e acabar por te sufocar. Quero que saiba que o que me fazes sentir, é o que tenho de mais forte e puro, é o meu melhor, o meu ápice.



22 de novembro de 2012 - PEC 37



Faltando um mês para o fim do mundo, 14 idiotas federais, digo, Deputados Federais, aprovaram a proposta da PEC 37. Você sabe o que isso significa? Um retrocesso! (além da frustação de uma estudante de Direito apaixonada pelo trabalho do MP e suas investigações). Pois bem, o Ministério Público pode ser impedido de realizar investigações criminais por conta própria. Não entendo que tipo de democracia é essa. Sabemos que esse tipo de investigação não é função designada ao MP na CF, mas a aprovação da PEC 37 é indiscutivelmente lesiva, posto que, as provas só poderão ser produzidas pelos delegados, ou seja, atingindo também a produção de provas realizadas pelo CGU e pelo TCU. Sabe o que é mais incrível? Que nós somos os únicos e exclusivos culpados, por dá um voto de confiança a esses políticos.

Mobiliza já! #DigaNãoAPEC37

Cadeia pública e penitenciária agrícola.

Depois do tapa na cara que a realidade carcerária nos deu hoje, passei a dar mais atenção a pequenas coisas, como a essa árvore, no centro de Mossoró, tão simples e bela, que me chamou atenção na volta para casa. Viva a liberdade!!