
Como sempre, mais uma vez, pra variar, me encontro em um estado emocional não muito bom! Novidade seria se eu viesse aqui falar que estou feliz e que tudo começou a fluir, já está até virando rotina esses meus textos dramáticos e com o gostinho “amargo” do desamor. Não ah mais nem o que falar, o que lamentar, o que posso fazer se não consigo parar de amar? Tenho passado por situações que enfraqueceram o meu ser. Segui vários caminhos, caí em encruzilhada, resolvi uns impasses e aonde cheguei? Lugar nenhum? É, esse dito cujo aí, caminhos malvados, me levaram ao desgosto! È fácil culpar os outros e o destino por minha vida está assim, mas não irei fazer isso, estou assim porque quero, o papel deles é esses mesmo tentar fazer com que eu recue, desista de mim, fazendo sempre com que eu vá pelo caminho mais fácil, que nunca, nunca mesmo é o melhor. Aprendi que nada cai do céu, só chuva! Cheguei aqui, não por falta de oportunidades de ser feliz, mas por medo de tentar, medo de magoar o próximo... Aaaah, esse meu medo me dá medo! Meu medo me fez sabotar a minha oportunidade de ser feliz, droga! Mil vezes droga! O tempo não parou, não me deixou pensar, a oportunidade se foi, fugiu de mim. “Sonhos, realidade e dificuldades”. Três palavras que fazem parte do meu dia-a-dia. Sonhos sempre inacabados, realidade cruel e dificuldade constantes. Crio meus sonhos e tento colocá-los em prática, vou caminhando na direção dele, mas ai vem à dificuldade e bate de frente comigo, tento resisti, mas, levo uma rasteira, mergulho na minha realidade e esqueço meus sonhos. E em uma coisa eu sou boa, tenho criatividade para me enganar. Até me surpreendo com essa minha capacidade. E no fim são sempre essas as palavras ditas por mim: “Na verdade eu não queria isso tanto assim! Não tinha mesmo tanta importância”. Fico mentindo pra mim, dizendo que era algo pequeno e sem importância, que nada veio, aquilo era meu sonho, uma chance pra eu ser feliz e eu desistir pra agradar alguém. Sabe quem me fez desistir novamente? O medo, o medo do abandono! Quando mais eu tenho medo mais me aproximo do abandono acabo criando vínculos tortuosos com as pessoas, ah uma cobrança muito grande, um ciúmes besta! Esse é o meu erro, matar o que eu mais quero, a minha felicidade! Eu nunca sei, sempre deixo rolar. Sigo sempre o caminho que tem mais coração... Me arrependo por amar e errar demais.
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ResponderExcluirtaí Biinha, o meu :)